Atestado, ocorrência e assinatura chegam pelo app e já entram na apuração. O que hoje é pilha na sua mesa vira fila resolvida no sistema, com trilha de quem fez o quê.
Cada uma amarrada ao módulo que a resolve. Clique e veja o fluxo inteiro.
Fechamento sem caçar papel
Atestado chega pelo app com foto do documento, e você decide se as horas são abonadas ou debitadas do banco. Ocorrência segue o mesmo caminho: pedido estruturado, aprovação e trilha, sem formulário circulando.
A folha de ponto recebe assinatura do colaborador e do gestor, com hash SHA-256 e versionamento. Se alguém discorda, recusa com motivo, e a divergência aparece antes do fechamento, não na reclamatória.
Publicado no app e assinado digitalmente com selfie, geolocalização, dispositivo e hash SHA-256, com manifesto baixável. Reemissão marca a assinatura antiga como substituída, sem apagar histórico.
Jornadas versionadas, escalas cíclicas, adicional noturno e sobreaviso apurados pelo sistema. Mudou a jornada no meio do mês? Cada dia é apurado contra a regra que valia naquele dia.
Vira processo. O colaborador pede a correção pelo app, quem aprova aprova com trilha, e todo ajuste manual guarda autor, hora, motivo e o horário original. Nada é sobrescrito em silêncio: o histórico mostra o antes e o depois.
O Point substitui meu sistema de folha de pagamento?
Não, e não tenta. O Point apura a jornada e exporta o fechamento para o seu sistema de folha. A folha continua onde está; o que muda é a qualidade do que chega nela: apuração fechada, espelho assinado e ocorrência resolvida antes.
Implantar isso no meio do ano não dói?
Os módulos são liberados por configuração da empresa, então dá para começar só com ponto e espelho e ligar o resto no seu ritmo. Quem usa relógio físico continua usando: a integração RHiD importa colaboradores por CPF e traz as marcações do coletor para a mesma apuração.